e aí você surgiu na minha frente,
e eu vi o espaço e o tempo em suspensão.
senti no ar a força diferente
de um momento eterno desde então.
e aqui dentro de mim você demora;
já tornou-se parte mesmo do meu ser.
e agora, em qualquer parte, a qualquer hora,
quando eu fecho os olhos, vejo só você.
e cada um de nós é um a sós,
e uma só pessoa somos nós,
unos num canto, numa voz.
o amor une os amantes em um ímã,
e num enigma claro se traduz;
extremos se atraem, se aproximam
e se completam como sombra e luz.
e assim viemos, nos assimilando,
nos assemelhando, a nos absorver.
e agora, não tem onde, não tem quando:
quando eu fecho os olhos, vejo só você.
e cada um de nós é um a sós,
e uma só pessoa somos nós,
unos num canto, numa voz.
terça-feira, 22 de junho de 2010
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